quarta-feira, 20 de abril de 2011

Severine: A juventude que vem dos movimentos sociais

A posse da secretária nacional de juventude do Governo Federal, Severine Macedo, na quinta-feira, 14 de abril, foi cheia de simbolismo. O auditório do anexo do Palácio do Planalto ficou lotado com dirigentes de juventude de partidos da base aliada e dos mais variados segmentos sociais, além de senadores, deputados e três ministros: Luiz Sérgio, Iriny Lopes e o presidente da mesa, Gilberto Carvalho, Secretário Geral da Presidência da República.

A escolha de Severine Macedo representa uma vitória dos setores da juventude brasileira que apoiaram a candidatura Dilma, especialmente quando foram às ruas no segundo turno da eleição. O mérito da secretaria de Juventude do PT foi colaborar na liderança e articulação dos partidos coligados, desde os novos aliados de campanha presidencial, como o PMDB, até os nossos tradicionais parceiros da esquerda, como o PCdoB, o PSB e o PDT. Também conseguiu reunir e recolher propostas para o programa de governo das feministas, dos negros, dos homossexuais e outros segmentos organizados.

“A gente sempre apresentou a pauta de reivindicação; agora vamos receber a pauta”, adianta Severine, já com o discurso adaptado de quem agora passa a ser gestora de políticas públicas. A origem política da nova secretária nacional de juventude do governo federal chama a atenção. Ela não vem dos tradicionais quadros do movimento estudantil. E sim de um setor que ganhou importância estratégica nos últimos 8 anos, a agricultura familiar.

Afinada com o legado das lições de Lula, para quem não podemos esquecer nossa origem, Severine fala com orgulho do movimento político que a lançou na política. “Esse sempre foi um segmento invisível na sociedade, a juventude rural. Os jovens do campo querem trabalho e política agrícola, mas também querem lazer, esporte, inclusão digital”, diz a nova dirigente do governo federal.

Um comentário:

Michel Rodrigues disse...

Olá, minha companheira.
Deixo aqui meus parabéns pelo "Blog da Mônica Belterra" que a cada está melhor.
Um abração!