domingo, 23 de janeiro de 2011

Entrevista do blogueiro Gabriel Farias

Nosso pequeno Gabriel esteve em São Paulo durante a Campus Party 2011. Ele participou de um debate sobre tecnologia e cultura no dia 21 de janeiro promovido pela Fundação Telefônica.
Gabriel Faria chegando na Campus Party. Foto: Renato Guimaraes

Na sua estada por lá, foi entrevistado por Renato Guimarães do blog SustentaNews e reproduzo-a abaixo:

Conectividade e transformação: de Belterra, estudante de 16 anos dá aula de cidadania

Gabriel Faria, estudante de 16 anos, é uma jovem liderança na cidade de Belterra, a cerca de 850 Km de Belém (PA). Ele e outros jovens usam a internet e redes sociais para informar e mobilizar a comunidade em ações de meio ambiente, educação e cidadania. O SustentaNews aproveitou a presença de Gabriel em São Paulo para conhecer um pouco mais sobre ele e sua experiência. Veja a entrevista a seguir.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Jovem belterrense participará de debate na Campus Party 2011

Gabriel Coelho Farias, um jovem belterrense de 16 anos estará nesta sexta-feira, dia 21, em São Paulo, participando da Campus Party 2011. Ele será o representante do Telecentro de Belterra no debate sobre tecnologia e cultura. Sua apresentação enfocará o uso das redes virtuais na divulgação e valorização da cultura local.
O convite para o debate surgiu do Programa EducaRede, uma iniciativa da Fundação Telefônica que está realizando uma série de debates sobre a influencia da tecnologia na educação e na cultura.

Programação completa abaixo:

• 16:30 – Mesa-redonda - Tecnologia e Cultura: Produção, difusão e acesso

16:30 – 18:30

Onde: Palco Foto, Vídeo e Design

Vamos discutir o papel que a tecnologia tem desempenhado em benefício da cultura, ampliando meios de produção artística e cultural e facilitando sua distribuição, acesso e inclusão social. E vamos aproveitar para lançar o Concurso Cultural "Minha Vida Mudou", voltado para jovens que, usando dispositivos tecnológicos, falem sobre como a tecnologia tem mudado suas vidas.

Convidados

Gabriel C. Farias - Jovem de 16 anos, cursa o 2º ano do ensino médio, na Escola Estadual de Ensino Médio Waldemar Maués. Está envolvido em projetos comunitários desde os 10 anos de idade. Foi representante do projeto Bel Água em Brasília em 2009 na III CNIJMA (Conferencia Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente). Há três anos, trabalha como monitor de turma no Telecentro de Inclusão digital de Belterra (PA).

André Mintz - Jovem artista vencedor do Prêmio Conexões Tecnológicas 2008, voltado à estudantes que trabalham com arte e tecnologia. Após essa premiação, motivou-se a continuar desenvolvendo trabalhos e pesquisas nessa área ganhando mais reconhecimento e se estabelecendo no meio. Apoiado pela Vivo.

Kollontai Diniz - Designer gráfica e, na Brasiliana USP, desenvolveu o projeto gráfico do Tema Corisco para DSpace, parte da Plataforma Corisco.

Henry Grazinoli - Projeto Tela Brasil - Cineasta e educador. Coordenou as Oficinas Itinerantes de Vídeo Tela Brasil, nas quais supervisionou a realização de dezenas de curtas metragens. É criador de conteúdo e editor do Portal Tela Brasil, primeiro site de ensino da arte audiovisual no Brasil.

Mediação

Renata Motta - Instituto Sérgio Motta

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Quem Eu Sou?

Estou neste momento da vida que Sandy retrata nesta música.



A vida me mostrou
Que é pouco o que eu sei
Eu abro a porta
Por que eu não perguntei
E assim eu vou

Procurando
Nos meus sonhos
Descobrindo quem realmente eu sou
Inventando
Um caminho
Libertando quem realmente eu sou

A vida é assim
Não vem com manual

E só perde quem não corre atras
Quem não joga o jogo
Por ter medo de errar
Mas quem se sente pronto pra viver?

Deixo o sol guiar o meu olhar
E assim eu vou

Procurando
Nos meus sonhos
Descobrindo quem realmente eu sou
Inventando
Um caminho
Libertando quem realmente eu sou
(Quem realmente eu sou)

E o meu caminho vai
Sem medo de chegar
Só vou olhar pra trás
Pra ver o sol se pôr

Procurando
Nos meus sonhos
Descobrindo quem realmente eu sou
Inventando
Um caminho
Libertando quem realmente eu sou

Quem Realmente Eu Sou...

domingo, 9 de janeiro de 2011

Imagens da semana em Belterra

Posse da nova mesa diretora da Câmara de Belterra: Ademar Sanches(centro) - Presidente, Nilda Paixão(direita) - 1ª secretária e Maria de Lourdes(esquerda) - 2ª secretária.

Posse da vereadora Zelma do PMDB na Secretaria de SaúdeLuis Everton(Branco) do DEM é empossado secretário de viação, obras e transporte.Laércio Paz do PSB volta ao comando da Secretaria de Trabalho e Promoção SocialValdemar Sanches assume a chefia do gabinete do prefeito Pastana

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Escola Henry Ford / Escola Waldemar Maués

Por Miriam de Sousa do Blog Belterra "American City" Brasil.

A primeira escola registrada em Belterra, construída pelos americanos, teve suas atividades iniciadas no dia 16 de janeiro de 1938. Localizada na Estrada 1, ela possuía diretoria, secretaria, salão de eventos, banheiro, duas salas e quadra de esportes. Seu nome fazia referência ao magnata Henry Ford, responsável pelo grande empreendimento da época e dono das terras belterrenses.

Henry Ford

Grupo Escolar Henry Ford.

No dia 28 de outubro de 1972, o Grupo Escolar Henry Ford passou a chamar-se Escola Waldemar Maués em homenagem ao diretor do Ministério da Agricultura, agrônomo, e que contribuiu com a educação em Belterra. Após essa mudança, a escola foi reformada e passou a ter oito dependências a mais, preservando o estilo americano. O ensino era a nível fundamental (antigo 1º grau) e passou a ter nível médio (antigo 2º grau) no final dos anos 90, com ensino regular e modular. Desde então, é a única escola do município com nível médio de ensino.
Waldemar Benassuly Maués

Escola Waldemar Maués (antiga).

Depois de anos de funcionamento, a estrutura da escola encontra-se em estado de alerta, pois está comprometida e corre risco de desabar. Por esse motivo, foi construída na área da frente, onde era o parque, outra escola em alvenaria, seguindo os padrões atuais, e a quadra de esportes foi reconstruída.


Escola Waldemar Maués (atual)

Hoje podemos ver que na área, antes aberta, está murada e com as duas escolas: antiga e atual, de madeira e alvenaria, respectivamente.

Esquina da Estrada 1 com Vila Piquiá, em frente a Caixa D'água.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Relato sobre o documentário Mônica na Amazônia

Recebi um email do repórter brasiliense Montezuma Cruz, relatando suas percepções do documentário Mônica na Amazônia.O texto foi publicado no site Gente de Opinião e reproduzo aqui no blog.
Mônica defende sua bela terra


Mônica Almeida, 22 anos, uma moça bonita, de origem indígena, líder nata, muito atuante na defesa da sua Belterra, mostra na internet um pouco de sua cidade e da floresta ao seu redor, a 60 quilômetros de Santarém (PA). Suecos foram visitá-la recentemente, surpreendendo-se com o mapa que revela áreas desmatadas para a formação de lavouras de soja.

Terra mecanizada, pronta para receber mais sementes de soja. Mônica, nascida no município, vê o cenário com desolação /ÁLBUM PESSOAL

Filmaram e colocaram legenda na língua sueca. Entre as imagens se destaca a sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém. Imperdível.



Belterra significa Bela Terra. Fica na região de Santarém, no Pará. Quem quiser conhecer mais um pedaço desta fantástica Amazônia no Pará, acesse o blog Mônica na Amazônia, cujo link está no final deste texto.



O povo fala



Emelie Anner, Linda Gester e Max Sohl, alunos da Escola Nórdica da Suécia conheceram a casa de Mônica, as vizinhanças e o modo de vida de pessoas que habitam essa simpática cidade do norte brasileiro. Gente que não foge da luta pacífica contra o desmatamento criminoso na Amazônia, o que pressupõe um delicado e ao mesmo tempo sofrido controle da expansão da indústria de soja.

Mônica mostra aos suecos as espécies florestais próximas à cidade. Eles filmaram o lugar e entrevistaram moradores /ÁLBUM PESSOAL
Mônica mostra aos suecos as espécies florestais próximas à cidade. Eles filmaram o lugar e entrevistaram moradores /ÁLBUM PESSOAL

Meninos jogando bola na rua, ciclistas andando perto deles, o carro, a vida urbana, são vistos no filme. Didática, Mônica lembra que o lugar começou a receber moradores no ano de 1934, quando Henry Ford enviava seus emissários que recrutaram trabalhadores para o plantio e extração do látex.


Um morador idoso canta a letra de uma música de sua autoria, lembrando o fim de um bonito pomar na Estrada Sete, para dar espaço à expansão das lavouras. Reunidas com Mônica, as pessoas diretamente afetadas pelo problema expõem suas opiniões e seus pensamentos do futuro. Conversam numa boa com a própria Mônica que, além de líder rural tem jeito de repórter.