sexta-feira, 13 de agosto de 2010

"Decretada" a II Conferência de Juventude

O presidente Lula reafirmou ontem seu compromisso com os jovens brasileiros ao assinar o decreto convocando a II Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude, em setembro de 2011, com a pauta dividida em prioridades da política nacional de juventude -que inclui o debate do Plano Nacional - ampliação dos canais de diálogo e participação e fortalecimento institucional, em linhas gerais.
Sem dúvida, é o que precisamos discutir entre o governo, juventudes partidárias, movimentos juvenis, juventudes de movimentos sociais e o conjunto da sociedade ano que vem, para avançarmos ainda mais no quie já foi feito em 8 anos.
A assinatura coincidiu com o Dia Mundial da Juventude e ocorreu num encontro com conselheiros e gestores nacionais e estaduais de PPJs.
Mas, para isso acontecer em 2011, a juventude tem que eleger Dilma presidente.

A feira das oportunidades que deram certo
Mais de 700 jovens ligados ao ProJovem Urbano lutaram com pintura, artesanato, dança, teatro, música, desenho, bordado e encheram de arte o Parque da Cidade, em Brasília, durante a 1ª Mostra Jovem de Produções do programa.
Jovens de baixa renda de todos os cantos do país, que antes teriam como destino o crime, a mandicância, a drogatização ou o emprego precário, mostraram o quanto vale investir em direitos e oportunidades e o quanto este investimento é estratégico.

Uma outra "política de juventude"
Embora sejam assuntos distintos, hoje comparei essas notícias do governo brasileiro para os jovens do país com as de um país vizinho, os EUA.
Em matéria da Carta Maior intitulada Baixas silenciosas, lê-se o avesso do que se faz por aqui:
Junho foi o mês mais cruel: suicidaram-se 32 soldados, um número superior ao de qualquer mês da guerra do Vietnã. Onze não estavam em atividade e sete dos restantes cumpriam serviço militar no Iraque e/ou Afeganistão. São cifras oficiais. Em 2009, 245 efetivos ceifaram suas próprias vidas e a cifra este ano pode ser superada: 145 se suicidaram no primeiro semestre e 1713 tentaram-no, sem êxito. A taxa é mais alta que a da correspondente [aos suicídios] na população civil dos EUA.

E, sem seguida, a "resposta" do presidente estadunidense, que empolgou e começa a desiludir jovens do mundo inteiro, a começar pelos dos EUA:
o presidente Obama disse ante uma convenção de veteranos incapacitados em Atlanta que seu governo estava tomando os máximos esforços para prevenir o suicídio

Ou seja: evitar a morte matada para seguir a morte morrida.

Por Leopoldo Vieira do Juventude em Pauta

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