terça-feira, 30 de junho de 2009

Cópias de Mônica na Amazônia

Esta semana, estou preparando cópias do documentário sobre a Mônica(eu), ativista ambiental, para levá-las à Brasília, quando participarei do 51º Congresso da UNE-União Nacional dos Estudantes que ocorrerá do dia 15 à 19 de julho.
O documentário tem 51 minutos e contém diversas entrevistas sobre o desmatamento da Amazônia e a expansão da soja no município de Belterra.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Belterra: terra do meu coração

Praia de Pindobal, Rio Tapajós, Belterra - Pará




Visão do Rio Tapajós em Porto Novo, Belterra - Pará



Casa Um, projetada para ser a morada do Henry Ford




Árvore solitária e o Rio Tapajós



As seringueiras, origem da cidade de Belterra.





sexta-feira, 19 de junho de 2009

A imagem do Mês de junho


Fotógrago: Luis Miguel Récio

Pensando sobre a decisão do STF

Ainda não formei opnião sobre a decisão do STF de inconstitucionalidade da obrigatoriedade de diploma para exercer a profissão de jornalista.
Estou analisando ambas as partes e depois publico minha análise.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Levando bomba no IESPES

Comecei o ano muito ano muito bem na faculdade, mas agora as coisas começam a desandar. Com possibilidades de ficar pra fazer prova final, tenho andado meia triste nos últimos dias. Que chato. A única nota boa até agora foi em Realidade Sócio Econômica e Política do Brasil com a professora Liduína Maia. Pense uma professora legal.

Nova Igreja da Paz em Belterra.

A nova Igreja da Paz construída na nossa cidade fica situada na Estrada Um próximo à delegacia de Polícia. Os pastores são Nair e Paulo Lima.
Antigo prédio, onde muitas vezes participei de cultos de jovens.


Nova Igreja construída com ajuda Americana.

Frente da igreja

Os pastores


Igreja lotada para para os cultos.

Suécia 2008







No ano passado, fiz um intercâmbio na Suécia para estudar edição de vídeo na Escola Biskops-Arno. O período foi de um mês, de abril a maio. Pense uma experiência legal. Conhecer outro país, outra cultura, fazer amigos e estudar numa escola lindíssima como a Escola Nórdica.

Eleições 2008: Estrevista de Mônica 13.121 para o blog Juventude em Pauta

Até que enfim publico a entrevista que concedi para o Blog Juventude em pauta. Na época estava disputando uma vaga na Câmara Municipal de Belterra. O resultado da eleição não foi tão bom em números, mas riquíssimo em conhecimento. Aprendi a lidar melhor com as pessoas, entender um pouco do mundo político e compreender as tensões de ser candidato, subir no palanque e sair às ruas pedindo apoio. Foi uma experiência de vida mesmo.
Confira a entrevista:

"Ser vereadora é levar mais adiante as reivindicações feitas no movimento social. É ser a voz da juventude dentro de uma das instâncias de poder"


Mônica de Almeida (PT) mora em Belterra, no Baixo Amazonas. Ela tem 19 anos e já desenvolveu várias atividades no seu município: foi comunicadora de rádio, presidente de associação de bairro, monitora e cordenadora do Telecentro de inclusão digital de Belterra - Casa Brasil. Participou também das atividades do Fórum da Juventude local e foi uma articuladora para a criação do Coletivo da Juventude no início deste ano, participando de conferências na região, na capital e em outros lugares representando os jovens de Belterra. Articulou a criação da comissão municipal da JPT. Mônica integra a Rede Mocoronga do Projeto Saúde e Alegria, rede de jovens, através da qual representou Belterra nos meses de abril e maio deste ano, num intercâmbio na Suécia-Europa, onde fez o curso de vídeo participativo. Hoje, é candidata a vereadora pelo PT.
A entrevista dela aqui no blog procura mostrar um pouco da voz jovem no interior.
JUVENTUDE EM PAUTA - Com uma reconhecida trajetória de luta social em prol da juventude, por que você agora quer ser parlamentar?
Mônica - A trajetória que percorri me ensinou muitas coisas e uma delas foi que não posso ficar de braços cruzados quando uma situação prejudica meus próximos. Em Belterra, município com 12.000 habitantes no interior do Pará, é um lugar em que a política é vista como forma de ganhar dinheiro. Numa realidade em que 65% da população é jovem, temos que ter políticas sérias que valorizem este potencial. Ser vereadora é levar mais adiante as reivindicações feitas no movimento social. É ser a voz da juventude dentro de uma das instâncias de poder, não para obedecer a interesses próprios, mas os que vivem a coletividade.
JUVENTUDE EM PAUTA - O que pode fazer um vereador pela juventude de Belterra?
Mônica - O vereador tem que procurar meios para que a juventude, após capacitação, possa se inserir no mercado de trabalho. Mas esses jovens precisam de uma educação de qualidade, de um ensino modular que realmente atenda a necessidade dos jovens das comunidades e que extinguam o êxodo rural, situação comum na região. O vereador deve reinvidicar mais incentivos junto ao governo municipal que valorizem a cultura regional. Minha candidatura realmente tem esse papel, defender a juventude, pois, conheço a situação real dos jovens por estar inserida no meio juvenil. Tenho 19 anos, mas já tenho uma história aqui em Belterra que confirma o que estou falando.
JUVENTUDE EM PAUTA - Na sua opinião, qual é a situação enfrentada pelos jovens da cidade e que projetos você tem para mudar isso?
Mônica - Falar da juventude daqui é falar de uma juventude sem perspectivas de futuro. Não tem emprego, não tem universidade, funciona o ensino médio mas sem um prédio do estado, grupos juvenis desarticulados e muitos jovens envolvidos com vícios. Vou lutar junto a prefeitura para que os projetos do Governo Federal venham pra Belterra e sejam aplicados de forma correta, que mais projetos de inclusão digital sejam implantados, que os Grupos de Jovens voltem a ter atuação e que seja criado o Conselho Municipal da Juventude.
JUVENTUDE EM PAUTA - Qual sua avaliação dos programas para a juventude da prefeitura de Belterra?
Mônica - Temos o ProJovem Adolescente, o Casa Brasil, e o Bolsa Trabalho, mas algumas vezes são falhos. Tem poucas vagas e por exemplo no Bolsa-Trabalho, a maioria ainda não entrou no mercado de trabalho. Os projetos precisam ser avaliados, saber quais os cursos que os jovens querem e precisam.
JUVENTUDE EM PAUTA - O governo do estado impulsionou algumas iniciativas como a frente parlamentar e comissão de juventude na ALEPA, Parlamento Jovem e Conferência de Juventude. O que você acha delas e o que serve de exemplo para a câmara?
Mônica - Infelizmente eu não soube da frente parlamentar e nem do paralamento jovem. Muitas vezes, aqui no interior não temos tanto acesso as informações. Soube e participei da conferência de juventude aqui na região e aí na capital. Acho muito importante, é onde se conhece a situação real enfrentada pelos jovens e as propostas que estes querem para a mudança acontecer. Na câmara tenho que saber ouvir, mas também tenho que pressionar para que as propostas realmente sejam efetivadas.
JUVENTUDE EM PAUTA - Qual será sua principal bandeira na câmara?
Mônica - Será de apresentar projetos que vizem a geração de emprego e renda. Os jovens de Belterra estão ociosos, pela falta de oferta de emprego. E de que a juventude saia do anonimato.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Filme Eu odeio dia dos namorados

Esses dia estou meia pra baixo. Principalmente porque se aproxima o dia dos namorados e sempre estou sozinha neste dia. Falta três dias e na semana passada me declarei para o meu enamorado, ele ficou na dele e acho que não levou a sério. E como sempre, mostrei que estava tudo bem e que nada me fazia ficar triste.
Procurando filmes legais na internet, encontrei este aqui. Deem uma olhada nele.

Vocês certamente se lembram do fênomeno Casamento Grego, um filme babaquinha, porém muito divertido, que virou sensação em 2002 e lançou um nome para o mundo: Nia Vardalos, a feia-mas-mega-charmosa protagonista, que também era responsável pelo roteiro. O que ela fez nesses últimos sete anos eu não sei (me lembro de um filme dela com a Toni Collete e só), mas agora ela está de volta como atriz, roterista e diretora de Eu Odeio o Dia dos Namorados, outra produção babaquinha e divertida (embora menos, já que faltam aquelas trapalhadas gregas que eram legais demais).
Nesse filme ela interpreta Genevieve, uma mulher que jurou para si mesma que nunca um homem ia fazê-la sofrer. Para isso, criou um sistema: ela só sai com um mesmo cara cinco vezes, pois segundo ela esse é o número certo para se divertir e ter romance na vida, sem tristeza. Depois de cinco encontros, começam os problemas, as cobranças e a infelicidade.
Genevieve ia muito bem nesse sistema até encontrar Greg (o mesmo cara gato de Casamento Grego), um bonitão gente boa que topa a ideia dos cinco encontros porque está cansado de levar foras das namoradas e se dar mal no amor. A ideia deles é: zero expectativa, zero decepção. Mas claro que rola uma mega conexão, os cinco encontros começam a parecer poucos, e aí começa o problema a ser superado pelo casal, no estilo comédia romântica.
Eu Odeio o Dia dos Namorados não chega a ser um título memorável do gênero, mas tem três coisas bem legais: 1 - quem tem medo de compromisso, no caso, é a mulher, o que já representa uma inversão de papéis em relação a tipo 90% das comédias românticas; 2 - o casal tem uma química fantástica, algo fundamental e cada vez mais raro; 3 - a Nia Vardalos tem um carisma impressionante, e só vê-la falar é divertido, mesmo quando a piada é fraca. E DIGO MAIS: se tem originalidade, química e uma atriz carismática, já passou da média.

sábado, 6 de junho de 2009

Documentário Mônica na Amazônia chegou

Produzido por alunos da Escola Nórdica da Suécia, o documentário Mônica na Amazônia foi lançado no mês de maio na capital sueca. A abordagem da película é o desmatamento na Amazônia, enfocando o avanço da soja no município de Belterra. Seguindo os passos da jovem Mônica de Almeida, a cidade é apresentada, sua vida e suas perocupações. Mônica entrevista líderes sindicais, ambientalistas, artistas, agricultores familiares e visita uma fazenda de soja. Cada entrevistado expõe suas opniões sobre a questão da soja na Amazônia e sua visão do futuro da cidade de Belterra.
Somente nesta semana pude assistí-lo, estava muio nervosa. Duas vezes em seguida o vi, pude conferir o resultado de três meses de filmagens. Acho qu ficou numa seqência muito boa. Espero que todos gostem. Logo logo, estará nos principais cinemas de Belterra.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Amiga sueca: Mitra

Conto de fadas

Cresci escutando os contos de fada que minha mãe contava. Morávamos no interior e toda noite tinha história diferente. Branca de neve, Rapunzel, A Bela e a fera e outras lindas histórias de amor. Isso ficou na minha cabeça e até hoje ainda acredito que podem existir amores verdadeiros.
Assisti essa entrevista no Fantástico e achei interessante. A de Pato e Brito. Espero que dê certo.
Deem uma lida.

A noiva mora no Brasil, o noivo na Itália. Mas a distância entre eles já foi muito maior. Conheça agora um conto de fadas moderno, que mistura novela e futebol. E que, como os velhos contos de fadas, é a realização de um sonho.


Essa é a história de um amor impossível. Era uma vez um menino que morava no interior do Paraná. Alexandre da Silva era apaixonado por uma menina que já era estrela da televisão.

“Desde pequenininho, quando me perguntavam quem é a mulher mais bonita que tu já viu, eu respondia: Sthefany Brito. E hoje ela está aqui do meu lado. De vez em quando, me pergunto será que é verdade?”, conta o atacante Alexandre Pato.

Nos contos de fadas, geralmente o sapo vira príncipe. O Alexandre virou Pato, craque do Milan e da seleção brasileira.

“Quando eu vi que era o meu príncipe encantado? Desde que eu conheci eu já suspeitei. E no dia a dia ele foi provando e me mostrando que era mesmo o príncipe encantado”, afirma a atriz Sthefany Brito.

Depois de um ano e meio de paixão, está chegando a hora: a estrela da TV vai virar princesa.

Segredo já não é mais, mas estava faltando a confirmação, e vai ser agora: o Alexandre Pato e a Sthefany Britto estão aqui pra dividir esse momento muito importante da vida deles com a gente.

“Dia sete de julho, no Rio, estamos nos casando”, confirma a atriz.

A distância entre o Brasil e a Itália foi um adversário duríssimo. Mas o casal ganhou de goleada. O namoro rolou pela internet, em tempo real, por e-mail, mensagens de texto, no celular, os dois fizeram de tudo para matar a saudade.

“Quando ela tinha dois dias de folga no trabalho dela, ela vinha para cá com todo carinho, mesmo com a viagem sendo cansativa ela vinha de braços abertos, sorrindo. Me dando muito carinho, me trazendo alegria porque aqui eu morava sozinho, não tinha muitos amigos”, conta Pato.

Depois de casar, Sthefany não vai abandonar o trabalho, mas quer passar mais tempo em Milão. Lá, ela vai continuar cercada pelo carinho dos fãs, que estão animados com a novidade.

Enquanto Pato está treinando ou jogando, Sthefany resiste à tentação das compras na capital da moda. Pelo menos enquanto estava com a gente, só gastou um euro do cafezinho, uns R$ 3.

“Quando você vem ficar pouco tempo, você já quer comprar tudo, parece que o mundo vai acabar. Mas quando você vem, fica mais tempo e dá umas voltinhas, vai conhecendo, você vai perdendo aquela vontade de sair e comprar tudo. E eu não sou louca por compras. Ainda bem”, diz Sthefany.

Quando o casal está junto, sempre é hora de planejar a festa.

“Nesse momento minha novela é o casamento”, diz a atriz, que quer controlar tudo: faz degustação, cuida do carro da noiva, roupa da daminha.

É muita coisa. Mas a noiva está mais preocupada com que detalhe da cerimônia?

“Eu posso responder essa aqui?”, se adianta Pato. “É o vestido. Toda hora: ‘Amor, olha aqui, e esconde’”, diz.

Mas a noiva também vai ter uma surpresa com a roupa do noivo.

Um jovem casal disposto a aprender com a vida.

“As pessoas falam que somos muito jovens. Mas a gente tem um outro tipo de vida. Eu e ele trabalhamos desde pequenos. E a gente está correndo atrás das nossas coisas. Em vez de ficar cada um em um canto do mundo, vamos correr atrás juntos”, diz Sthefany.

E será que vem logo um Patinho por aí?

“A gente pensa no casamento agora mas, o filho a gente fala ano que vem”, responde Pato.

“Quando vier o primeiro a gente fala quando vem o segundo, quando vier o segundo a gente fala no terceiro e assim por diante”, completa a noiva.

Pato e Sthefany só vão para o altar com uma certeza: se essa história começou com "era uma vez", só pode acabar com "felizes para sempre".

“Ah, você vai casar com o Alexandre Pato. Para mim é uma pessoa admirável, mas o Alexandre Rodrigues da Silva, meu amor, é a coisa que mais me admira e a coisa que me faz ter certeza que estou fazendo a escolha certa”, diz Sthefany.